domingo, 2 de dezembro de 2012
Experiência 8: rasgão de luz
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Experiência 7: "Não acredito em Deus, mas sinto a sua falta"*...?
domingo, 25 de novembro de 2012
Experiência 6: fall
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Experiência 5: janelas
domingo, 18 de novembro de 2012
Experiência 4: o túnel
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Experiência 3: pelas ruas, ao entardecer
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
domingo, 11 de novembro de 2012
Experiência 2: sítios de poesia
[Ponte da Barca - Out. 2012]
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Experiência 1: temos andado assim
terça-feira, 6 de novembro de 2012
(...)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Verosimilhança nula
Mas com quê? O país assemelha-se a Portugal. O tal jardim: afeiado nos pormenores. Confuso nas razões. E multiplicando-se em requintes de esquecimento. De qualquer forma ainda nos surpreende.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
À moda antiga
Em 1998, talvez 1999, recordo uma francesinha especial no café Luso, 8 ou 9 príncipes, e uma visita ao antigo mercado Ferreira Borges onde decorria uma festa do livro em saldo. Comprei oito. E não os perdi, mesmo após uma visitinha ao falecido Meia Cave. Este sábado, encaixei primeiro na Ribeira uns príncipes, e depois uma francesinha especial, muito bem acompanhado, diga-se, antes de ruminar o fartote num concerto do Peter Murphy no Hard Club, sito no antigo mercado Ferreira Borges, devidamente reciclado, mas apenas por dentro. O cujo merece um dito: nascido em 1885, para fazer esquecer o irmão da Ribeira, parece que foi tudo e talvez mais um pouco. Está risonho e patusco, de cara lavada e frontaria animada por uma esquadra de polícia, com a breca…
domingo, 18 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Escrevia silêncios e fixava vertigens
Posso estar enganado, mas Rimbaud não estaria por ali. E se estivesse teria escrito?:
Que buvais-je, à genoux dans cette bruyère
Entiurée de tendres bois de noisetiers,
Dans un brouillard d' après-midi tiède et vert?"
domingo, 28 de agosto de 2011
Estações
A confluência em tão curto espaço do rio, do mar e monte, desperta-nos um desejo absurdo de…viver.
Vila Nova de Cerveira (Agosto 2011)
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Curvas
Gosto de nuvens. Gosto de mar. Gosto de curvas: a curva verde em Alvalade; a curva da praia de Buarcos quando está pouca gente…
domingo, 24 de julho de 2011
Austerlitz
A gare é hoje uma amálgama de estilos com telhado e estrutura novecentista. Não sendo um lugar hostil, transmite-nos uma sensação de inquietude, dir-se-ia inexplicável. Mas tudo se torna mais fácil depois de um longo passeio ali ao lado no Jardin des Plantes, ou por contraste, após um passeio junto ao complexo composto de 4 edifícios que constituem a nova Biblioteca nacional de França, ou Bibliothèque François Mitterrand, inaugurada em 1996, conjunto esse que, pelo seu gigantismo e manifesta fealdade, dificilmente se imagina como um corpo que albergue livros no seu interior, eventualidade que não conseguimos contrariar, após quilómetros de fainas em seu redor. Austerlitz, também andou por aqui. E passeou, segundo creio recordar, com uma senhora no Jardin des Plantes. Austerlitz é a demanda da memória. Austerlitz poderíamos ser nós.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Portugal em festa II
Sempre gostei da antecipação da festa. Um gajo às vezes nem dormia. Aprecio esse vazio, a preparação, os pequenos nadas. Depois fica o vazio também. Os co(r)pos e as memórias dispersas do dia seguinte.
domingo, 12 de junho de 2011
O 10 de Junho e as bandeiras dos nossos avós
Aqui estou, bem no cimo do Monte do Pilar, quase deitado no – supostamente - maior monólito granítico de Portugal. Um santuário substituiu no séc.XVIII parte do castelo, alimentando-se da sua pedra. Preferiríamos o castelo todo, e mais houvesse. Entretanto, respira-se bem, entre pensamentos elevados e duas ou três famílias passeantes, onde o decoro minhoto se traduz em relações familiares de enlevado carinho: “olha-me aquele filho-da-puta, que não para quieto”- dizia a avó visivelmente orgulhosa sobre o traquina do neto…








