Barcelos: o galo junto à igreja Matriz e Paços dos Duques de Barcelos (26-01-11)
O galo de Barcelos nas Meirinhas, Pombal, (Janeiro 2011)
Anos atrás (alguns), passei três dias na cidade de Leiria, recordo-o agora, com o intuito de conhecer melhor a cidade e sobretudo o seu castelo e arrabaldes. Relembro sobretudo uma manhã de Sábado ou Domingo, já não sei, em que num passeio (com café) na Praça Rodrigues Lobo nos deparamos com uma pequena feira de velharias com livros à mistura, hoje muito em voga, segundo parece. Entre outros, adquiri (emocionado) os “ Princípios de Geografia Humana”, do Vidal de

Ao longo do caminho-de-ferro um vendaval de recordações assaltou-me. Gosto de estações de comboio e de apeadeiros, para que conste. Além, um condomínio fechado. Parece que havia um objectivo.
E depois o mar.
Estava quase lá. E depois almocei um arroz de tomate sequíssimo com duas patelas de peixe frito a tiracolo. O palato esqueceu…
Maia:19-01-11
Por um caso começa assim. Para mim Maia, muitos anos atrás, foi uma festa gótica nocturna, desenrolar vivencial de uma pequena viagem. Estava por lá um brasileiro de São Paulo que nos revelou que o Brasil não era apenas samba. Parece que São Paulo já tinha um grande metro e era um sítio onde aconteciam coisas. Muitas coisas: como na Europa. Mas nós ainda não seríamos essa Europa.
A Maia, hoje, parece-me uma longa estrada com coisas à volta, algo indefinível e, com sorte, parte de um filme americano