Ali mesmo ao lado fica a Casa das Artes. À sua frente uma fiada de prédios novos amuralha a tal Alameda. Segue-se e talvez se encontrem logo campos, baldios, carros. Famalicão, cidade nova, sempre me intrigou: sente-se que algo palpita. Mas a sua fealdade corpórea, a sua estrutura urbana e concelhia completamente desconexa deixa-nos confundidos. Nada ali parece ter um real começo e um fim.
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domingo, 20 de março de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Feridas profundas
Landim (V.N. de Famalicão) - Janeiro 2011
Fico sempre perplexo quando (ainda) percorro alguns concelhos do Minho, entre outros, claro está. Existem estradas que são vilas e estradas que são cidades. Corredores que trespassam os povoados sem princípio nem fim; delimitações javardas de supostas zonas industriais e arremessos de campo misturados com fancaria urbana. O espaço rural mitiga-se e apaga-se em encruzilhadas de bouças, ruelas e áreas comerciais avulso. Ao longe, uma agricultura recortada pela história do minifúndio e das famílias, com resmas de estufas a recordarem-nos que as estações se tornaram uma encruzilhada sem sentido.
Alguma beleza, e uma ferida profunda.
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